Início Filhos Criança sem cara feia na hora de tomar remédio!

Criança sem cara feia na hora de tomar remédio!

61
COMPARTILHAR

 

Qual a criança que nunca chorou ou reclamou para tomar um remédio? Saiba que o momento do remédio pode se tornar mais divertido com as novidades que as farmácias de manipulação estão trazendo.

Que tal um picolé para aliviar a dor? Chupar um pirulito para tratar infecções na boca e na garganta? Saborear balas para suprir a carência de vitaminas e sais minerais, ou curiosamente, comer barras de chocolate para emagrecer? Essas são algumas das variadas alternativas desenvolvidas pelos farmacêuticos para driblar a resistência das crianças na hora de tomar o remédio. Algumas delas simplesmente acham o gosto ruim e trancam a boca fazendo birra, outras simplesmente não conseguem engolir o comprimido e, nesses casos forçar a ingestão não é nem um pouco agradável.

Para tornar o sabor dos medicamentos mais agradável e a forma de ingestão mais fácil, as farmácias de manipulação desenvolveram recursos para combinar os princípios ativos com excipientes (termo utilizado para denominar os ingredientes) saborosos como chocolates, açúcar e gelatinas e dar a eles formatos coloridos e divertidos, atraindo as crianças. Outro recurso possível é o uso xaropes em variados sabores para mascarar o sabor de anticonvulsivos, antidepressivos ou sedativos. Assim como todo medicamento manipulado, a dosagem é feita de acordo com a necessidade do paciente informada na prescrição médica e as características físicas de cada um. “Há alguns anos as farmácias de manipulação oferecem uma alternativa de atendimento para o cliente que ele não vai encontrar na indústria tradicional”, observa Marco Fiaschetti, farmacêutico e diretor executivo da Anfarmag – Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais.

Porém, nem sempre os remédios para tratar problemas mais sérios de saúde são indicados nesse tipo de consumo, já que geralmente necessitam de técnicas mais complexas de manipulação. Por isso, deve-se ter o cuidado de procurar bons farmacêuticos para avaliar se há incompatibilidade entre o remédio e o excipiente que se pretende misturar, já que pode haver reação química na mistura dos dois produtos causando interferência no efeito da medicação. Pode acontecer também de o princípio ativo não reagir ao aquecimento e perder suas propriedades, por exemplo.

Outro importante cuidado a ser tomado é em relação ao perigo da automedicação, já que, por ter um gosto bom, a criança pode querer ingerir o remédio em quantidade maior do que a necessária. Portanto, a clássica recomendação de que todo remédio deve ser mantido longe do alcance das crianças tem um valor especial nesse caso.

 

Por: Anfarmag – Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais

COMPARTILHAR
Post anteriorMundo Bita no Shopping Tucuruvi em São Paulo
Próximo post5 dicas para deixar a limpeza da sua casa mais sustentável.
Laura Carvalho
Laura Carvalho Mãe do Jean (5 anos) e do João (4 anos), 31 anos, Influencer Digital, autora dos Blogs Mãe de 2, Nós Mães e Mães na Corrida. E desde o nascimento do Jean ela largou a carreira para se dedicar totalmente a maternidade. Após mudar para São Paulo começou a escrever e dividir suas experiências com outras mães através do site e suas redes sociais. No final de 2015 Laura encontrou um novo hobby, e que tem se dedicado cada vez mais, corridas de rua, só em 2016 Laura participou de mais de 40 provas.